Pensando em minhas últimas doses, em meus últimos porres e no estado de embriagues em que me encontro, coloco na balança para tentar encontrar um equilíbrio, pois se bebo demais de você me embebedo, e saio na madrugada a cair pelos cantos, se bebo de menos fico a morrer de vontade de tomar tantos outros goles, e se não bebo, ah se não bebo, quase que morro.
Eu lhe tomo pela manhã como café, um líquido quente que me faz acordar, e rapidamente acabo com o conteúdo da pequena xícara.
As vezes lhe derramo como vinho, numa taça sofisticada, esse vinho que é quente e doce, onde primeiro sinto o cheiro, e logo bebo em goles contidos, ao som de um bolero.
Noutros dias eu te bebo como "tubaina" de forma doce, alegre, e infante, naquele copo de plástico colorido, entre risos e memórias.
Numas noites, eu pego a taça mais bonita e coloco nela o melhor espumante, essas são noites de comemorações.
Confesso que numas tardes te engulo feito cachaça, tu me desce rasgando, teimosa e ardida.
Já te bebi cheia de álcool para me alterar um pouco, já te bebi gelada para me refrescar, já te bebi quente para me esquentar também, já te bebi como whisky esporadicamente, já te bebi como água e o faço quase que diariamente, de forma ou de outra estou sempre bebendo de você, me dando ao luxo de te degustar, por mais que vá mudando a textura, a acidez, a doçura, e temperatura. O faço mesmo sabendo da minha vontade de buscar por outros gostos, por hora vou simplesmente bebendo, quem sabe me afogo de tanto o fazer, ou morro de sede se não o fizer.
E você, como me andas bebendo? E em quais recipientes me está colocando?
Eu lhe tomo pela manhã como café, um líquido quente que me faz acordar, e rapidamente acabo com o conteúdo da pequena xícara.
As vezes lhe derramo como vinho, numa taça sofisticada, esse vinho que é quente e doce, onde primeiro sinto o cheiro, e logo bebo em goles contidos, ao som de um bolero.
Noutros dias eu te bebo como "tubaina" de forma doce, alegre, e infante, naquele copo de plástico colorido, entre risos e memórias.
Numas noites, eu pego a taça mais bonita e coloco nela o melhor espumante, essas são noites de comemorações.
Confesso que numas tardes te engulo feito cachaça, tu me desce rasgando, teimosa e ardida.
Já te bebi cheia de álcool para me alterar um pouco, já te bebi gelada para me refrescar, já te bebi quente para me esquentar também, já te bebi como whisky esporadicamente, já te bebi como água e o faço quase que diariamente, de forma ou de outra estou sempre bebendo de você, me dando ao luxo de te degustar, por mais que vá mudando a textura, a acidez, a doçura, e temperatura. O faço mesmo sabendo da minha vontade de buscar por outros gostos, por hora vou simplesmente bebendo, quem sabe me afogo de tanto o fazer, ou morro de sede se não o fizer.
E você, como me andas bebendo? E em quais recipientes me está colocando?

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