A tarde me entristece,
o ter de ir embora,
ou o deixar ir,
me estremece.
Em algumas tarde sou eu quem vou,
me despeço,
e saio andando,
com uma vontade imensa de retroceder.
Em outras, te fito com lágrimas nos olhos,
seguro sua mão, te imploro,
mas você tem que ir,
então eu choro.
Quando eu vou,
eu caminho lentamente,
por que não quero ir,
quero é ficar, assim permanente.
Quando você vai,
vai com pressa,
por que precisa ir,
e também não deseja ficar.
Eu quero tudo por completo,
e você quer viver seus mundos,
eu não sei ser discreto,
e você se esconde de tudo.
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